sexta-feira, 11 de abril de 2008


Tormenta ressonante. E aqui dentro uma profusão que não cabe mais em mim.
Ele dela. É preciso ver pra crer.
Minha teoria toda da-boca-pra-fora.

É preciso fluir como um rio.
Talvez ainda não. Ainda não seja a nossa hora.
E isso é se perder por um tempo.

Se o pensamento é o princípio da casualidade, o desencontro é meu e teu.

É que todos somos um, o que tá nele tá em mim e em tudo a nossa volta.
É tudo poeira cósmica.

Eu sei. Tudo: permanente mutação.
Ele é tormenta e eu estrela.

Um comentário:

Mari Dutra disse...

opa. passei. continua produzindo, guria. adoro essa tua poesia livre.